Os cristãos podem aprender a respeito de Cristo ao longo de todo o livro de Êxodo de várias maneiras. Em primeiro lugar, numa escala maior, a maneira pela qual os israelitas foram libertos da dura escravidão no Egito para a Terra Prometida de bênçãos divinas apresenta uma importante metáfora da obra da salvação de Deus através da História. Deus redimiu o seu povo escolhido dos poderes do mal do qual eles haviam se tornado escravos, julgou esses poderes e reivindicou o seu povo como o seu primogênito, a nação santa de sacerdotes em meio à qual ele habitou pelo seu Espírito. O modelo da divina vitória sobre os inimigos, o estabelecimento de um lugar para habitação divina e a abundância de bênçãos encontram a sua maior realização na primeira e na segunda vindas de Cristo (p.ex., 1Co 10.1-13; Ef 2.14-22; Ap 20.11-22.5).
Em segundo lugar, o tabernáculo e seus serviços apontavam para Cristo. Em termos gerais, assim como o tabernáculo era o local da presença acessível de Deus na terra, Jesus "habitou" (lit., "tabernaculou") entre nós (Jo 1.14,17). Além disso, a provisão de animais sacrificais como solução temporária para o pecado de Israel antecipou o sacrifício da morte de Cristo, no qual o pecado foi punido de uma vez para sempre (24.8; Mt 26.27-28; Jo 1.29; Hb 12.24; 1 Pe 1.2). Assim, o importante acontecimento da Páscoa é cumprido em Cristo (1 Co 5.7).
O papel principal que Moisés representou nesse livro também aponta para Cristo. Assim como os israelitas foram "batizados ... com respeito a Moisés" (1 Co 1 0.2), quando conduzidos através do mar Vermelho, os cristãos são batizados em Cristo. Moisés foi o grande servo do Senhor que recebeu as palavras de Deus diretamente dele. O Evangelho de Mateus, em especial, apresenta Jesus como aquele que enfrentou o seu próprio êxodo (Mt 2.14-15), ensinou a lei de Deus num monte (Mt 5.1) e ficou lado a lado com Moisés no monte da transfiguração (Mt 17). Assim como Moisés estava disposto a morrer pelo bem de seu povo (32.10), Jesus serviu de substituto para o seu povo. A glória de Deus que se refletiu na face de Moisés (34.29; 2Co 3.7) é agora refletida naqueles transformados pelo Espírito de Cristo (2Co 3.18).
Em segundo lugar, o tabernáculo e seus serviços apontavam para Cristo. Em termos gerais, assim como o tabernáculo era o local da presença acessível de Deus na terra, Jesus "habitou" (lit., "tabernaculou") entre nós (Jo 1.14,17). Além disso, a provisão de animais sacrificais como solução temporária para o pecado de Israel antecipou o sacrifício da morte de Cristo, no qual o pecado foi punido de uma vez para sempre (24.8; Mt 26.27-28; Jo 1.29; Hb 12.24; 1 Pe 1.2). Assim, o importante acontecimento da Páscoa é cumprido em Cristo (1 Co 5.7).
O papel principal que Moisés representou nesse livro também aponta para Cristo. Assim como os israelitas foram "batizados ... com respeito a Moisés" (1 Co 1 0.2), quando conduzidos através do mar Vermelho, os cristãos são batizados em Cristo. Moisés foi o grande servo do Senhor que recebeu as palavras de Deus diretamente dele. O Evangelho de Mateus, em especial, apresenta Jesus como aquele que enfrentou o seu próprio êxodo (Mt 2.14-15), ensinou a lei de Deus num monte (Mt 5.1) e ficou lado a lado com Moisés no monte da transfiguração (Mt 17). Assim como Moisés estava disposto a morrer pelo bem de seu povo (32.10), Jesus serviu de substituto para o seu povo. A glória de Deus que se refletiu na face de Moisés (34.29; 2Co 3.7) é agora refletida naqueles transformados pelo Espírito de Cristo (2Co 3.18).
Texto Extraído: Bíblia de Estudo de Genebra - Introdução do livro de Êxodo
Editora Cultura Cristã - SBB
Fonte da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_Crossing_fo_The_Red_Sea.jpg
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