O que começou em Gênesis é cumprido em Cristo. A genealogia iniciada no capítulo 5 prosseguiu no capítulo 11 e termina com o nascimento de Jesus Cristo (Mt 1; Lc 3.23-38).
Ele é O legítimo descendente prometido a Abraão (17.15-16; Gl 3.16). Os eleitos são abençoados nele porque somente ele, pela sua obediência ativa, satisfez as exigências da lei, e por sua disposição em desistir de seus direitos de igualdade com Deus, morreu no lugar deles.
Todos os que são batizados em Cristo são descendentes de Abraão (GI 3.26-29). As ousadas profecias e os sutis tipos em Gênesis mostram que Deus estava escrevendo uma história que se completaria com Jesus.
No limiar da profecia bíblica, Noé predisse que os jafetitas encontrariam salvação por meio dos semitas (9.27); uma profecia que se cumpriu no Novo Testamento (Rm 11); e o próprio Deus proclamou que o descendente da mulher destruiria Satanás (3.15). Esse descendente é Cristo e sua igreja (Rm 16.20).
A apresentação da noiva a Adão tipificou a apresentação da Igreja a Cristo (2.18-25; Ef 5.22-32); o sacerdócio de Melquisedeque é semelhante ao do Filho de Deus (14.18-20; Hb 7).
O paraíso perdido pelo primeiro Adão é restaurado pelo último Adão. Essa história sagrada maravilhosamente unificada certifica que o foco de Gênesis é, em última análise, Cristo.
Texto extraído: Bíblia de Estudo de Genebra - Introdução do Livro de Gênesis
SBB e Editora Cultura Cristã
Fonte da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Joakim_Frederik_Skovgaard_-_Die_Schlange_im_Paradies.jpg
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