| Michelangelo A criação de Adão |
Quem criou a insondável vastidão do universo com todas as suas maravilhas com apenas o poder de suas palavras? Não foi Deus quem disse “haja luz!” E houve luz? Não foi também Ele quem criou, além dos céus, a terra com toda a sua plenitude? Bastou dar a ordem e todos os seres viventes vieram à existência. Quem é a autoridade, digna de honra e glória, que receberá o louvor de tudo quanto criou? Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.[1] Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém.[2]
Se essa é uma realidade que você também reconhece, por que tantas músicas e pregações equivocadas prosperam em nosso meio? De quais músicas e pregações equivocadas estou me referindo? Daquelas que colocam o servo como senhor e fazem de Deus um gênio mágico a serviço do homem!
O envelope do dízimo mais parece uma lâmpada. Você coloca o dinheirinho no envelope, esfrega, e faz três pedidos. Simples assim... O dízimo parecer ser apenas estratégia de barganha. Deus é constrangido, colocado contra a parede por aqueles que são fiéis ao dízimo, não pelo amor a Deus, pela consciência do que se chama de mordomia, ou pela simples humildade de reconhecer que a entrega do dízimo é adoração. A fidelidade não está relacionada a Deus e sua adoração a Ele, não passa, na verdade, de uma adoração à riqueza. Não sou fiel porque amo a Deus, sou fiel porque amo a prosperidade! Esse tem sido o ensinamento, entendimento e prática da maioria dos neopentecostais, adeptos dessa repugnante teologia da prosperidade. “Somente o velho homem ou um coração ainda não regenerado poderá propugnar pela teologia da prosperidade.” 1Jo 2:16 e Lc 12:29-31
Quem pode acreditar numa coisa dessas? Quem realmente acredita ou deixa-se enganar por essas palavras e expressões que não encontram amparo em lugar algum da Palavra de Deus? “Romper em fé, com ousadia mover o sobrenatural, abrir o mar ou andar por sobre as águas” não são mantras mágicos. Deus não tem obrigação de fazer nada por ninguém, só contamos com a graça, sua preciosa graça.
O exemplo bíblico que conheço é este: “Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Nabucodonozor, não necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei. Mas se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.”
Veja que havia o reconhecimento de que Deus era poderoso para salvá-los da fornalha, mas não ousaram determinar o que Deus deveria fazer mesmo que o próprio caráter de Deus estivesse em jogo, uma vez que era a adoração ao Rei ou a Deus. A fidelidade de Sadraque, Mesaque e Abednego não dependia dos resultados esperados, pois disseram: “...mas se não (nos livrar) fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses.”
Nem mesmo Jesus, nosso maior exemplo de conduta da vida cristã que precisamos desenvolver, ousou determinar o seu destino à parte da vontade do Pai. “Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.”[3]
Precisamos seguir o conselho do sábio Salomão: “Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma na presença de Deus; porque Deus está no céu, e tu estás sobre a terra; portanto sejam poucas as tuas palavras.”[4] Assim, também cumpriremos o que foi dito pelo profeta Miqueias: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus?”[5]
Se essa é uma realidade que você também reconhece, por que tantas músicas e pregações equivocadas prosperam em nosso meio? De quais músicas e pregações equivocadas estou me referindo? Daquelas que colocam o servo como senhor e fazem de Deus um gênio mágico a serviço do homem!
O envelope do dízimo mais parece uma lâmpada. Você coloca o dinheirinho no envelope, esfrega, e faz três pedidos. Simples assim... O dízimo parecer ser apenas estratégia de barganha. Deus é constrangido, colocado contra a parede por aqueles que são fiéis ao dízimo, não pelo amor a Deus, pela consciência do que se chama de mordomia, ou pela simples humildade de reconhecer que a entrega do dízimo é adoração. A fidelidade não está relacionada a Deus e sua adoração a Ele, não passa, na verdade, de uma adoração à riqueza. Não sou fiel porque amo a Deus, sou fiel porque amo a prosperidade! Esse tem sido o ensinamento, entendimento e prática da maioria dos neopentecostais, adeptos dessa repugnante teologia da prosperidade. “Somente o velho homem ou um coração ainda não regenerado poderá propugnar pela teologia da prosperidade.” 1Jo 2:16 e Lc 12:29-31
“Declare a vitória, cante a vitória, sonhe os sonhos de Deus,
profetiza, proclame, determine...”
Quem pode acreditar numa coisa dessas? Quem realmente acredita ou deixa-se enganar por essas palavras e expressões que não encontram amparo em lugar algum da Palavra de Deus? “Romper em fé, com ousadia mover o sobrenatural, abrir o mar ou andar por sobre as águas” não são mantras mágicos. Deus não tem obrigação de fazer nada por ninguém, só contamos com a graça, sua preciosa graça.
O exemplo bíblico que conheço é este: “Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Nabucodonozor, não necessitamos de te responder sobre este negócio. Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei. Mas se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.”
Veja que havia o reconhecimento de que Deus era poderoso para salvá-los da fornalha, mas não ousaram determinar o que Deus deveria fazer mesmo que o próprio caráter de Deus estivesse em jogo, uma vez que era a adoração ao Rei ou a Deus. A fidelidade de Sadraque, Mesaque e Abednego não dependia dos resultados esperados, pois disseram: “...mas se não (nos livrar) fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses.”
Nem mesmo Jesus, nosso maior exemplo de conduta da vida cristã que precisamos desenvolver, ousou determinar o seu destino à parte da vontade do Pai. “Pai, se queres afasta de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua.”[3]
Precisamos seguir o conselho do sábio Salomão: “Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma na presença de Deus; porque Deus está no céu, e tu estás sobre a terra; portanto sejam poucas as tuas palavras.”[4] Assim, também cumpriremos o que foi dito pelo profeta Miqueias: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a benevolência, e andes humildemente com o teu Deus?”[5]
Autor: André R. Fonseca
www.andreRfonseca.com
Twitter: @andreRfonseca
Fonte da imagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Michelangelo,_Creation_of_Adam_06.jpg
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